Publicado em 12 de março de 2026
Conteúdo baseado em matéria do Portal Drauzio Varella sobre hábitos do dia a dia que merecem atenção, com participação do nefrologista Dr. Hugo Abensur (BP) e contribuições de outros especialistas.
Por que a saúde dos rins merece atenção?
Mesmo passando despercebidos no dia a dia, os rins exercem funções importantes para o organismo. Por realizarem tantas tarefas de forma silenciosa, podem ser afetados ao longo do tempo por hábitos cotidianos aparentemente inofensivos, muitas vezes sem provocar sinais evidentes no início.
A boa notícia é que a prevenção e o acompanhamento ajudam a reduzir riscos, especialmente para quem tem fatores como hipertensão, diabetes ou histórico familiar.
9 hábitos comuns que prejudicam os rins
A seguir, reunimos os pontos destacados na matéria do Portal Drauzio Varella. Em alguns trechos, a reportagem traz falas de especialistas, incluindo o nefrologista Hugo Abensur,
1. Beber pouca água
Consumir pouca água pode levar o organismo a concentrar mais a urina, o que dificulta a eliminação adequada de substâncias e aumenta o risco de problemas como infecções urinárias e cálculos renais.
2. Alimentação inadequada
A reportagem chama a atenção para a influência da dieta na saúde renal, com destaque para ultraprocessados e outros padrões alimentares que podem impactar o funcionamento dos rins.
3. Sedentarismo
A falta de atividade física é citada como um fator que pode contribui para o ganho de peso, aumento da pressão arterial e diabetes, condições associadas ao risco de doença renal crônica.
4. Dormir mal
A privação de sono pode interferir no equilíbrio do organismo e, ao longo do tempo, impactar a circulação e mecanismos que influenciam a função renal.
5. Automedicação
O uso de medicamentos sem orientação pode trazer riscos, especialmente em situações específicas. A matéria destaca cuidados com anti-inflamatórios e reforça a importância de orientação profissional.
6. Ignorar infecções urinárias
Não tratar adequadamente uma infecção urinária pode permitir que o quadro se agrave e atinja os rins, com risco de inflamação e danos.
7. Não controlar diabetes e hipertensão
A reportagem reforça que diabetes e hipertensão estão entre as condições crônicas que mais contribuem para o comprometimento progressivo dos rins quando não controladas adequadamente.
8. Consumo excessivo de álcool e tabagismo
O tabagismo é citado como fator de risco para progressão de doença renal, e o consumo excessivo de álcool é citado como um comportamento que pode contribuir indiretamente (por exemplo, por desidratação e aumento da pressão arterial).
9. Adiar check-ups
A matéria destaca a importância de check-ups e cita exames que ajudam a avaliar a saúde renal e identificar alterações precocemente, mesmo sem sintomas aparentes.
Importante: este conteúdo é educativo e não substitui uma consulta médica. O cuidado ideal deve considerar o histórico, condições e necessidades individuais.
Sinais de alerta e detecção precoce
A reportagem lembra que doenças renais podem evoluir de forma silenciosa, mas alguns sinais merecem atenção, como inchaço, alterações na urina, cansaço persistente e pressão alta difícil de controlar.
Quando procurar um nefrologista?
Em geral, vale buscar avaliação especializada se você:
• tem hipertensão ou diabetes;
• tem histórico familiar de doença renal;
• apresentou alterações em exames de sangue/urina;
• percebeu inchaço persistente ou alterações urinárias;
• está com pressão alta fora de controle ou cansaço persistente.
Como a BP pode ajudar?
A BP conta com equipe especializada em nefrologia e estrutura completa para o seu atendimento.
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Perguntas frequentes sobre saúde renal (FAQ)
1. Quais hábitos podem prejudicar a saúde dos rins?
Hidratação insuficiente, excesso de sal, sono ruim, sedentarismo, automedicação, ultraprocessados e adiar exames estão entre os hábitos mais citados como pontos de atenção.
2. A doença renal pode não dar sintomas?
Sim. Alterações renais podem evoluir sem sinais claros no início, o que reforça a importância da prevenção e a realização de exames de rotina.
3. Quais exames avaliam a função renal?
Em geral, exames de sangue e urina ajudam na avaliação (por exemplo, creatinina e urina). A indicação e a interpretação devem ser feitas por um profissional.
4. Quando devo procurar um nefrologista?
Quando houver fatores de risco (hipertensão/diabetes/histórico familiar), alterações em exames ou sintomas persistentes que mereçam avaliação.