Neurologia

Dores de cabeça levaram Roberta a um diagnóstico inesperado de malformação arteriovenosa (MAV)

Durante meses, Roberta conviveu com fortes dores de cabeça sem imaginar que os sintomas escondiam uma condição neurológica grave. Estilista e mãe, ela acreditava que o problema estava relacionado à disfunção da articulação temporomandibular (ATM), diagnóstico que já havia recebido anteriormente. Enquanto tentava aliviar a dor com medicamentos, os episódios se tornavam cada vez mais intensos.

No segundo semestre de 2025, ao procurar um especialista, Roberta realizou uma ressonância magnética. Além da alteração relacionada à ATM, o exame revelou um diagnóstico inesperado: uma malformação arteriovenosa cerebral (MAV) associada a um aneurisma.

"Quando li o resultado do exame, senti um desespero enorme. Eu nunca tinha ouvido falar em malformação arteriovenosa e, junto com o aneurisma, imaginei imediatamente o pior."

A notícia abalou toda a família. Roberta conta que passou a conviver com o medo constante de sofrer um sangramento cerebral, perder a fala ou até mesmo não sobreviver.

"Eu tinha medo de morrer, mas também tinha medo de ficar com sequelas e não conseguir mais conversar com as pessoas que eu amo."

Diante de opiniões divergentes sobre a necessidade da cirurgia, a família decidiu buscar um especialista em doenças cerebrovasculares. Foi então que Roberta conheceu o neurocirurgião responsável pelo seu tratamento.

Segundo ela, a primeira consulta trouxe a tranquilidade que tanto precisava. As imagens foram analisadas cuidadosamente, todas as dúvidas foram esclarecidas e um plano terapêutico foi apresentado de forma clara e objetiva, envolvendo uma equipe multidisciplinar para avaliar os riscos e preparar cada etapa do procedimento.

"Na primeira consulta eu senti segurança. Pela forma como tudo foi explicado, eu soube que estava no lugar certo."

O atendimento humanizado também marcou a experiência da paciente. Desde o primeiro contato, Roberta relata ter sido acolhida por profissionais que demonstraram empatia, atenção e disponibilidade para responder a todas as suas perguntas.

Hoje, ela compartilha sua história para conscientizar outras pessoas sobre a importância de investigar dores de cabeça persistentes e procurar avaliação especializada quando os sintomas se tornam intensos ou diferentes do habitual. Para Roberta, informação, acolhimento e confiança na equipe médica foram fundamentais para enfrentar um dos momentos mais desafiadores de sua vida.

Confira a entrevista completa:

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