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Eu chegava com uma lista de perguntas e saía com todas respondidas. A forma como tudo era explicado me fez perceber que eu estava no lugar certo, com o profissional certo
Durante décadas, Ângela Pineda Barreira Ferreira levou uma vida ativa. Administradora de empresas, nascida na Espanha e brasileira de coração, sempre acreditou que movimento era sinônimo de qualidade de vida. Caminhadas de sete quilômetros no Parque Ibirapuera faziam parte da sua rotina havia mais de 30 anos. Por isso, quando uma dor persistente no joelho direito começou a limitar suas atividades, percebeu que algo não estava bem.
Ao procurar um ortopedista na BP, recebeu um diagnóstico inesperado: o desgaste da articulação já indicava a necessidade de uma cirurgia para colocação de prótese de joelho.
"Quando o médico disse que eu precisava de uma prótese, respondi imediatamente: 'O senhor nunca vai me operar'. Eu tinha muito medo de uma cirurgia."
Respeitando sua decisão, o especialista apresentou alternativas para aliviar os sintomas, como fisioterapia, pilates, exercícios e infiltrações. Ângela seguiu todas as orientações durante anos, mas a dor continuou evoluindo e passou a comprometer sua qualidade de vida.
Foram seis anos de acompanhamento até que ela percebeu que havia chegado o momento de tomar uma decisão.
"Voltei ao consultório para pedir desculpas ao médico. Disse que deveria ter aceitado a cirurgia na primeira consulta, porque já não conseguia mais conviver com a dor."
Segundo ela, o que tornou essa decisão possível foi a confiança construída ao longo dos anos. Em cada consulta, todas as dúvidas eram esclarecidas com calma e transparência, fortalecendo a segurança necessária para enfrentar o procedimento.
"Eu chegava com uma lista de perguntas e saía com todas respondidas. A forma como tudo era explicado me fez perceber que eu estava no lugar certo, com o profissional certo."
Após a cirurgia, veio a maior surpresa. Logo nos primeiros passos, ainda durante a recuperação, percebeu que a dor que a acompanhava havia desaparecido.
"Quando acordei da cirurgia e comecei a andar, não conseguia acreditar que aquela dor simplesmente não existia mais. Foi uma sensação inesquecível."
Hoje, Ângela voltou à rotina ativa, participa de diversas atividades e afirma que recuperou sua independência e qualidade de vida.
Para quem enfrenta o mesmo medo que ela viveu, deixa um conselho.
"Não deixe que o medo adie sua qualidade de vida. Confie no profissional que está cuidando de você. Se a cirurgia for necessária, enfrente esse momento com tranquilidade. Depois você percebe que valeu a pena."
Além do tratamento ortopédico, Ângela destaca o acolhimento recebido na BP ao longo de muitos anos, tanto durante o acompanhamento do marido quanto na própria experiência como paciente.
"Sempre me senti acolhida. Desde a equipe assistencial até o ambiente do hospital, tudo transmite a sensação de que estamos sendo cuidados como se estivéssemos em casa."
Assista a entrevista completa
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Histórias que inspiram cuidado
Relatos reais de pacientes que encontraram acolhimento, confiança e apoio em cada etapa da jornada.
A forma como tudo foi explicado me deixou tranquilo. Saber exatamente o que iria acontecer fez toda a diferença
"Confie na equipe que está cuidando de você, siga o tratamento e continue vivendo. A vida merece ser aproveitada todos os dias."
Minha vida era completamente normal. Trabalhava, cuidava da casa, dos filhos, dos amigos. Mas comecei a sentir sensações estranhas no couro cabeludo e no rosto. Eu sabia que havia alguma coisa errada
"Escolha um médico em quem você confie, escolha um bom hospital e acredite no tratamento. Isso já representa metade do caminho"
Sempre soube exatamente o que iria acontecer. Essa confiança faz toda a diferença quando você está passando por um tratamento
"O diferencial está no acolhimento. Desde a recepção até a equipe médica, todos tratam o paciente com atenção, respeito e um sorriso no rosto. Isso faz você se sentir realmente cuidado"
Eu me senti acolhida como se estivesse entre pessoas da minha própria família. Desde a recepção até cada etapa do tratamento, percebi um cuidado que ia muito além da doença
"Quando ouvi a palavra câncer, entendi que muitas pessoas a associam imediatamente à morte. Mas, naquele momento, decidi que, para mim, ela significaria vida. Eu faria tudo o que fosse necessário para seguir em frente"
Meningioma: após diagnóstico de tumor cerebral, Karinne encontrou segurança para seguir com o tratamento
"Quando recebi o diagnóstico, meu primeiro pensamento foi que talvez eu não visse meus filhos crescerem. Desde a recepção até a alta, todos me fizeram sentir que eu estava no lugar certo. Isso mudou completamente a forma como enfrentei o tratamento."